sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Bebê Falante. Muito Falante!

Cruis! Nunca mais para de falar!!! Que medo!!!! Funchicória iria ajudar...



*Enviado por Cristina Carvalho.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Elza, a leoa e o Muro Amarelo Erro

Vários leitores do Espaço Pônei sempre falam comigo sobre o caso do Pinto que me salvou. Me lembrei de outro episódio perigoso.
Depois do fato do carro invadir o meu lar e quase me matar, fiquei proibida de trafegar pelo corredor lateral, ainda mais sem a proteção do Pinto Angelical.

Minhas tardes de férias ficavam limitadas a sala de televisão, quando eu não estava na rua com meus amiguinhos. Assistia Daniel Azulay, tentava desenhar e montar bonecos com caixinha de ovo e copinho plástico que nunca tinha em casa. Amava ele! Eu tinha mania de aplicar um golpe também. Tinha momentos do programa onde apareciam na tela da TV, quatro quadros e tínhamos que escolher um que achássemos que iria aparecer uma florzinha. Sempre que meus amigos assistiam comigo, atacávamos a tela com nossas digitais ensebadas, mas eu esperava todos escolherem seus quadrados e posicionava meu indicador no centro da tela, de forma que ao mostrarem a florzinha, era só eu deslocar milímetros para um dos lados e pronto! Acertava! Tem momentos na infância da gente que é necessário sermos torpes!

Quando eu estava solitária em casa e já havia interagido com o Azulay pela manhã, eu assistia Sessão da Tarde. Sempre que passava "Elza, A Leoa" (filme sobre uma família americana que morava na África que tinha essa leoa como amiga), eu assistia.
Uma vez, eu estava sentadinha no chão assistindo o filme e ocorreu uma cena onde a Elza rugiu muito. Neste mesmo instante, o chão começou a tremer. Levei susto! Ficou muito tempo tremendo. Fiquei atônita! Por um instante pensei que estava assistindo a propaganda do Kri (atual Crunsh).

Ledo engano... Na verdade era mais um carro que invadia meu lar. Tinha acabado de instalar os trilhos protetores do muro, mas o veículo invadiu em um local desprovido da peça. Bom, aprendi uma lição: Não importa se estou quietinha em casa ou voando de asa delta. O que importa é a bolha protetora ativa para nos defender do sinistro.

* Para vocês entenderem - O VT do Kri era assim, se me lembro bem: Um menino passeando no zoológico. Ele parava na frente da jaula do leão e este, rugia para ele. O Menino abria um Kri e dava uma mordida, gerando um tremor e apavorando todos os animais do zoológico. Assim, ele se impôs para o leão. O slogan: O chocolate do barulho. Bom, era algo assim... Tão antigo que nem achei no Youtube... Plim.


* Ah, essa é a foto do muro do meu lar. Sempre foi branco, mas agora minha mãe e minha tia resolveram aplicar uma corzinha nele... Pra dar uma quebrada... No tom, apenas.... Haviam me dito que seria um amarelinho, mas quando vi, levei susto!! Todos os meus amigos também levaram susto ao verem! Cor escolhida: AMARELO ERRO! Não tiveram coragem de assumirem que erraram na hora da mistura. Foi erro, certeza... Vi em seus semblantes um desvio ocular ao tentarem gepettar. Já acostumei...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Descendente de Dédalo


Dias atrás vi uma matéria sobre vôo livre. Me bateu uma saudade Gulliver! Vai ter que rolar o "Dia do Milton" em breve"!

Amo-te asa delta! Tô louca pra interagir com Ícaro novamente, mas acho que me custará em torno de R$ 250,00 o vôo ou mais por ser carnaval.
Me lembro que o único frio na barriga que senti foi na hora de assinar um termo de responsabilidade, assumindo que estou ciente de que talvez não dê certo e que eu possa ser entrevistada por São Pedro antecipadamente. Antes de subir, também é preciso pagar uma taxa de preservação Parque Nacional da floresta da Tijuca.

Lá em cima, enquanto o pessoal montava a asa, eu recebia lições de procedimentos enquanto outro rapaz colocava o equipamento em meu ser. Em seguida, aprendi a correr. Aprendi também que não podia segurar no meu instrutor de forma alguma, pois poderia travar todo o processo de decolagem e nos jogar nas copas das árvores. Creio que nem a gente e nem os micos habitantes gostariam disso.

O próximo passo foi aprender a correr. Correr sem segurar no cara. Na primeira vez, não conseguir evitar. A gente coloca a mão em um equipamento logo acima do ombro do moço, grudado, é natural a gente encostar e dar uma seguradinha sem compromisso. Mas aprendi a me controlar. Mão boba OU! E o instrutor era IBM. Não havia necessidade mesmo de interagir com o ombro. Segundo teste e passei. Passei na corrida também. Tem q correr como eu nunca havia corrido na vida.

Tudo pronto, hora de saltar. Corremos horrores e de repente, meus pezinhos corriam no ar, igual a desenho animado onde o personagem corre alem da montanha e cai em queda livre quando percebe que não há nada debaixo dos seus pés. Me deu vontade de rir. Cruzeis as pernas e estava voando! OU, é muito bom!!!!!!! Niiiiiiiiiiiih!!! Acho engraçado por não sentir medo ou frio no estômago. Não tenho reações e isso talvez até prejudique a adrenalina do evento. Eu gosto muito de voar mas será que se eu sentisse algo a mais não seria mias louco ainda?! Plim! Sinto que sou descendente de Dédalo!

Pegamos uma térmica bacana e conseguimos ficar 20 minutos voando. Foi ótimo! O pouso também foi tranquilo. Escolhi pousar na grama para não sujar meus andantes com areia. Perfeito!

Já interagi com o parapente também, mas foi em BH na Serra da Moeda. Tem um restaurante ótimo lá em cima. O objetivo era jogar o corpo lá aliás. Na estrada ainda, vi vários voantes e fiquei babando. Quando a Lu me contou que o pessoal saltava era de lá, meu pericárdio até dilatou! Ia saltar MESMO! A Lu ficou com medo por mim e ficou querendo me engrupir para que eu não voasse. Ao chegar no "Topo do Mundo" (como é conhecido), fomos ver os saltos. No momento não tinha nenhum instrutor que pudesse saltar comigo. Tava rolando algo profissional na hora. Bucéfalo!

Fomos para o restaurante. Pedimos cerveja e quando a Lu foi ao banheiro, pedi para o garçom combinar com o instrutor e me avisasse quando estivesse tudo ok. Foi rápido! Deu tempo de ingerir uma cerveja apenas e lá ia eu! Ouvi horrores da Lu, mas eu sabia o que tava fazendo. Assinei o terminho mais uma vez. A vista era bonita, mas não tão quanto a vista do Rio de Janeiro e eu poderia pousar na Lagoa dos Ingleses ou na mata do outro lado. A vantagem era que os instrutores não eram IBM! Alah! O que foi comigo plim, mas o outro era íntimo da beleza!

Depois de receber instruções e já estar com todo o equipamento pronto, nos posicionamos no morro. Eu ficava na frente e o cara logo atrás de mim, um pouco para cima interagindo com o "pseudo pára-quedas" esperando ele se encher com o vento. Meio sinistro e ultra quase 90º. A sensação é que eu iria escorregar e fazer a tal entrevista com São Pedro. Mas não! Ledo engano. Na minha frente, estava o instrutor gato. Foi uma troca linda de segurança. Ele me mandou segurar nos seus fortes braços enquanto ele me segurava pela cintura. Me senti em "Dirty Dancing" e fui mega obediente, até o momento que ele me mandou soltá-lo e eu não o fiz. Precisou de uma segunda ordem para eu concretizá-la. HAHAHAHA acho que eu estava hipnotizada por ele. Espero que ele tenha pensado que era medo HAHAHAHAHA. Ele ficou lá... Lindo e com a Lu. Vigiantes. Ambos iriam no carro dela fazer o nosso resgate onde quer que descêssemos.

Um tranco nos levou para cima! Me sentei na minha cadeirinha saco e curti muito a vista. A única coisa desagradável era a piação do altímetro. Barulhinho rebarbativo OU! Tinha momentos que ele piava mais. Descobri que quando ele perdia altitude, disparava esse alarme. Pedi então para o instrutor "sungar" para cima! Niiiiih, senti mais frio, mas o silêncio era quase constante. Lindo! Paz! O vôo é mais lento que o da asa delta. Fiquei mais de 20 minutos, na verdade nem sei quanto tempo fiquei, mas me lembro que demorou.

O vento nos tocou para perto da Lagoa dos Ingleses. Era onde eu queria pousar mesmo. Perto dele, não dentro. O instrutor foi me explicando as maneiras de descer. Escolhi um espiral. Segundo a Lu, ela quase teve um ataque pensando que estávamos tendo um problema com o equipamento e que eu estava indo correndo para a entrevista! O pouso não foi tão ameno quanto o da asa. Mais pelo local. Descemos no meio de uns arbustos. Danifiquei alguns galhinhos e ao tocar os pés no chão, acabamos caindo suavemente no chão. De boa, não machucamos não. Enquanto dobrávamos o parapente, a Lu e o amigo íntimo da Beleza chegavam. Foi ótimo!!! Adorei a experiência. Bom, Alah me permita interagir com o ar novamente em breve. Quem sabe amanhã?!
Povo, estou jogando meu corpo no Rio hoje e provavelmente não irei postar neste período. Aproveitem bastante o carnaval! Bjão, amo-tes!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Dança de Sobrancelhas

Quando me enfezo ou duvido de algo, tenho mania de levantar a sobrancelha esquerda. Será que devo explorar esta habilidade?!



*Fonte site BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/cultura/2009/02/090216_internetpropagandaml.shtml

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Tina Pepper no Brasil

Muitos anos se passaram e seus fãs já não aguentavam mais a espera. Depois do seu vasto sucesso na novela Cambalacho e pelos palcos Sri lankenses, Tina Pepper joga seu corpo no Rio de Janeiro para brincar carnaval!
Tina me contou que sumiu por estar cansada. Outro motivo foi o fato de seu produtor não entrar na justiça contra a Priscila do TV Colosso. Segundo Pepper, o produtor da cadela fez um penteado semelhante e não pagou os direitos autorais a ela. Eu não quis entrar em detalhe... Enfim, o que importa é a alegria de reencontrá-la depois de anos.
Ao perguntar de seu esconderijo, Tina Pepper fez a linha mexilhão e não se abriu. Deixou um rastro de incógnita ao mencionar um mundo paralelo dos famosos e que havia sido vizinha da Lídia Brondi. Seria o seriado LOST se fazendo presente na vida de alguns famosos?!


Olhar de Suspense

Hoje, vamos ensinar como lançar um enigmático e coeso olhar de suspense:

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Chic é ser Simples e Suportar as Crianças

Gente, a vida mesmo louca e absurda é um eterno aprendizado. Ontem vi no blog Papel Pop, um vídeo da minha querida Narcisa Tamborindeguy que é uma loucura!
Deu altas dicas de como ser ensandecidamente chic! Sim, ensandecidamente porque a ingestão de champanhe deve ser constante!

Tudo é momento, depois passa, mas a verdade é que para ser chic, tem que ser cada vez mais simples. Tem que ser confortável e não chegar chegando, porque chegar chegando é ser um ornamento de um carnaval. Sendo assim, devemos usar pijamas e Havaianas e ficar em casa para não cometer o erro de chegar chegando! Devemos chegar sem ir, ou seja, via web. A internet realmente é uma loucura não é mesmo?! Tenho certeza que Narcisa quis nos orientar, de maneira discreta, a usar mais o Orkut e o MSN.

Absurdo é ser tão flexível e pegar um avião e sair correndo nele para depois contratar os pilotos alucinados. Calma! Não é assim que devemos agir para ir a um Garden Party. Devemos nos inspirar na musa fashion de Narcisa que é Madonna e Dali Lama e os Monges Tibetanos.

Lembremos sempre de suportar as crianças com muito amor e carinho e estudar inglês na Cultura Inglesa para usar corretamente o verbo "Support". Isso agrega conhecimento e fraternidade. Afinal, todo mundo é alguma coisa.


Narcisa, sexta tô aí no Rio! Vamos combinar um "beach party" com muito Veuve Clicquot no poshto deish aeah!!!! Não usarei o chapeleiro da rainha, mas estarei com meu "Xapéu humano"!




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Great Lake Swimmers - Your Rocky Spine


Eu e Damião temos gostos semelhantes em música.
Nossos passeios de sexta a noite pela cidade são agraciados com ótimos sons. Hoje ele me aplicou Great Lake Swimmers - Your Rocky Spine.

Adorei! Super country a melodia.
Me fez lembrar de uma festa na casa da Carolitas que toquei banjo e fiz dupla com o Pio. Criamos boas melodias naquela noite...

Alimentos Mexicanos!


Lo que digo de la ciudade! Amo-te dizer essa frase. Ela é uma delícia de falar e é a única coisa que sei em espanhol. Plim também se tá certa ou não, mas permanecerei falando!

Enfim, o foco do post é a capacidade da minha amiga Bibi em fabricar alimentos mexicanos! Ontem jogamos o corpo no seu lar com esta finalidade. Nossa! Muito bom! Ela cozinhou vários pratos que não sei lhes contar os nomes, mas que estava divinos!

Tentarei Descrevê-los. Um deles era era uma pasta branca que até vi sendo misturada enquanto interagíamos com o Baco. Um tipo de queijo com creme de leite, se não me engano. Sua função era se juntar ao alface, carne moída e a paradinha do abacate dentro de um porta guardanapo feito de um tipo de Doritos.

A outra espécie de alimento era uma carne moída com feijão (que se eu não tivesse presenciado sua produção, não saberia contar o que era). Unifiquei ao cheddar e ao Doritos (ele mesmo, direto do saquinho). Nossa!!! Muito bom! Quando eu for comida mexicana quero ser esta que ingeri ontem!

Bibitas, adorei a noite. Você tem a manha total de confeccionar este tipo de alimento! Parabéns! Lo que digo de la ciudade que podemos realizar este tipo de evento mensalmente.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


IMpressionante como ando cansada. Estou Exausta!
Esse amor sufocante que Morfeu desenvolveu por mim não tá agregando vida ao meu ser! Não tenho ânimo para sair, interagir com uma cefessinha, "caminhar", ir ao cinema... Tô chocada! Virei uma escrava desse amor de mão única. Sim, porque só ele que me ama e me enche de sono. Sempre esnobei Morpheu. Meu slogan era: _Durmo depois que eu morrer! Agora, sinto-me constrangida só de me lembrar na planta que me tornei.

Ontem, conversando com uma amiga, cheguei a uma possibilidade: Será que meus hábitos saudáveis estão acabando com minha vitalidade?! Faz sentido! No início do ano comecei o Projeto Ampulheta - eliminando lipídeos e almejando uma cintura. Passei a interagir com plantas e alimentos saudáveis, parei de sair e beber, não conversava com meus amigos sorvetes e chocolates, comecei exercícios físicos e iniciei a massagem duas vezes por semana. Resultado?! Estou exausta! Minha vida antiga me mantinha ligada e antenada a tudo e todos. Eu também era muito mais perspicaz. Estranho não acham?! Serei obrigada a abandonar esta linha saudável?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Onde estão as Chuchuflas?


Tempos atrás, Eu, Kim, Damião e o Kasper (dinamarquês), jogamos nossos corpos em Trancoso. Me deu saudade do Kasper agora... Me chamava de "anaconda savage pony", este moço branco, muitíssimo educado e que minha mãe sempre me perguntava se ele havia se lembrado de passar protetor solar. Enfim, ele foi um dos motivos da nossa viagem. Mostrar o Brasil ao nosso visitante importado.
Na praia, escolhemos uma barraquinha bacana para estacionarmos. Ficamos ali, nos dourando com o Astro Rei e nos refrescando com a água esverdeada do mar. Tomamos várias cefessinhas e lógico, interagimos com os diversos ambulantes que nos abordaram. Percebi que estavam bem distribuídos entre caiçaras e imigrantes de São Paulo e cidades mineiras. O prêmio de melhor abordagem e produto foi para uma mulher bem simpática que chegou com o seguinte discurso:
_ Boa tarde, gostaria de apresentar para vocês uma nova proposta. São as Chuchuflas! A Chuchufla é uma receita da minha família e consiste em um salgado feito de uma massa semelhante ao calzone e com recheios diferenciados. Temos três sabores: Carne com páprica, ricota e frango ao funghi. É um salgado bem leve e ideal para praia, além de delicioso. Desejam experimentar as Chuchuflas?
Antes dela terminar a apresentação, já estava com meu dinheiro na mão desejando uma Chuchufla de carne com páprica! HAHAHAHAHA! Muito simpática a mulher e com uma apresentação fantástica ali na praia. Nunca havia interagido com uma vendedora ambulante tão instruída assim. Perguntei de onde ela veio e ela me falou que havia vindo de São Paulo para passar férias e resolveu ficar. Pegou esta receita de família e começou a vender na praia. Como as Chuchuflas foram bem aceitas, ela foi ficando e já estava lá há dois anos, trabalhando em um lugar lindo e sem estresse.
Todos nós compramos o alimento. A simpática vendedora nos avisou que passaria lá mais tarde, logo que saísse a próxima fornada do produto. Nunca mais a vimos. Ano passado o Damião foi pra lá e não a viu. Eu fui no final do ano e também procurei pela iguaria, mas sem sucesso. A todos que vão para Trancoso, recomendo a compra das Chuchuflas e anseio por notícias de seu sucesso. Zero de informações até o momento Onde estão as Chuchuflas?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pra dar uma Quebrada

Comecei a semana bombando na R&B. Mega lotada de serviço, apertada de custura...
Aqui em casa não tá diferente. Tô mega ocupada também. "Tão certo como leite de mãe", assiti Caminho das Índias (a novela dos personagens cotós), em seguida meu Grey's Anatomy que amo e agora, sigo em busca da 5ª temporada de LOST (aliás, já assiti ao primeiro episódio da 5ª temporada).
To cansada e sem nada em mente que eu queira postar. Acabei lembrando de um vídeo bem idiota que adoro dos Dez Necessários. Segue ele pra dar uma quebrada e iniciar a terça mais amena.

Caipirinha no Hospital


As gincanas tiveram seu papel recreativo em minha vida. Participei de algumas e as equipe que participei geralmente conseguiam a vitória ou quase isso. Alah!

As melhores eram as que aconteciam em Tupaciguara-MG. Cidade pequena, turma bacana e que faziam o possível para o grupo vencer. Tudo a base de muita cerveja e muito riso.

Uma vez, após várias provas na praça, jogamos o corpo em um butequinho de esquina (o mesmo que coloquei um traque em um cigarro em um post anterior). Comecei a me sentir muito cansada e minha garganta a doer. Peguei a chave do carro do Marcel e fui dar uma descansada. Não sei se foi uma boa idéia ou se foi a melhor! Ali no veículo, minha febre começou a manifestar com violência. Fiquei exausta, sem conseguir me mover. Tentava abrir a porta para solicitar ajuda, mas sem sucesso. Senti muito frio e comecei a emitir sons que eu não estava comandando. Eu queria era gritar socorro, mas não saia nada, só esses sonzinhos fraquinhos. Horrível!

Alah iluminou uma amiga nossa que foi buscar algo na bolsa dela armazenada no carro! A guria me viu, tentou falar comigo e percebeu que eu não estava bem. Eu nesse momento na verdade, percebi só um movimento no carro. Já estava apagada.

Depois disso, só me lembro de frames. Lembro do Marcel entrando no carro e de sons de conversas não identificado. Depois, lembro de estar no colo do Marcel entrando em algum lugar e por fim, de um enfermeira tentando falar comigo enquanto me furava com uma agulha não muito amistosa. Minha febre estava tão alta que isso tudo era delírio. Quase 40 graus.

Apaguei por mais um período e quando abri os olhos novamente, uma visão até engraçada. Estavam sentados na maca ao lado o Xapéu, a Cecília, o Marcel, a Lívia, a Soninha e acho que tinha mais alguém que não me lembro. Todos de copinho na mão, bebendo enquanto me observavam. Teve uma hora em que eles riram horrores, mas eu não conseguia visualizar o que havia acontecido. Depois de fazer muita força para tentar entender o que falavam, descobri que um copo de caipirinha de uma das meninas havia caído e ela solicitava outra para a enfermeira. IMpressionante o grau desse povo!

Depois de recuperar a consciência, consegui sair do hospital e me deixaram na casa da Susan ainda "grogue" de tanto remédio na veia. Acordei no dia seguinte melhor (se bem que já estávamos no dia seguinte). Ótimo, queria muito ir para a praça presenciar as provas da gincana. A fraqueza dominava meu ser. Enquanto todos interagiam com a Skol, eu interagia com o Amoxil e o Voltaren. Raios!

Prova de futebol e chamaram um casal para participar. Não sei quais as exigências, mas sei que só poderiam participar a Susan ou eu. Ela não estava ali na hora, então, imbuída de muita determinação rumo a vitória, tive que ir.

Éramos o segundo casal a apresentar. O primeiro não tinha conseguido marcar pontos. A prova era a seguinte: Me vendaram, me jogaram no meio de um espaço após me rodarem muito e me deixaram só. O Leopoldo, meu par, tinha que me guiar através de um microfone até achar a bola e depois, me orientar para marcar o gol. Me bateu um cansaço enorme ali embaixo daquele sol forte, mas Alah me deu a frieza e um toque de amigo e tive uma ótima idéia. Ao me guiar até a bola, eu a prendi com os pés e depois disso, o Leopoldo só precisou me falar quantos passos (saltitadas) executar para marcar o gol. Perfeito, marquei horrores!

Lógico, as outras equipes me copiaram mas apenas uma conseguiu marcar o mesmo tanto de gol que a gente. Tive que ir para uma disputa com a guria na frente dos juízes. Nos fizeram perguntas e eu acertei mais que a guriazinha e assim, ganhamos a prova. Amo-te vitórias! Arian Power total!

Houveram outras provas marcantes e engraçadas. Essas eram noturnas e regadas a White Horse (whisky era o que tomávamos na época). Teve a prova da caracterização, onde a Lívia entrava na passarela do clube vestida de Tieta do Agreste, puxando bodinhos de verdade (ultra difícil levar esses bichos para o palco). Teve desfile dos mais gatos de cada equipe, usando roupas de banho hahahahahaha Xapéu e Marcel na passarela arrasando e morrendo de vergonha...

Não me lembro se vencemos a gincana ou não. Tem muito tempo isso... Mas foi ótimo apesar da minha enfermidade.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Os 50 anos da Barbie



Quando eu era criança, não existia Barbie ainda por aqui... Não era moda pelo menos. Quem reinava era a Susi. Também não existia o Ken. Quem interagia com a Susi era o Falcon! Formavam um casal lindo! Eram muito felizes! Acabou que ela se transformou em uma múmia em um trabalho de faculdade. Múmia Mu Mu hahahahahahaha. O Falcon, coitado.... Desgostoso ficou após o triste fim de sua amada. Alistou-se na Legião Estrangeira e foi embora em uma época natalina juntamente com alguns brinquedos antigos que eu tinha e doei para coleguinha menos desprovidos de grana momentaneamente.

Por quê me lembrei dessa história?! Porque em 2009 comemora-se os 50 anos da Barbie! Recordei-me de um case que vi na pós graduação em marketing, onde abordava a invasão da boneca em novos mercados como a Rússia e o Oriente Médio. Para entrar neste mercados promissores, ela se adaptou facilmente aos diversos costumes de cada país. Já encontramos até a Barbie Mulçumana com burca e cometendo os “Harans” mais cabeludos possíveis hahahahahahaha.

De personalidade forte e mega mimada, essa riquinha semeia a discórdia com qualquer pessoa. Exige novos adereços das crianças e gastos homéricos dos pais.



Para demonstrar o como é o gênio dessa mulher de plástico, um vídeo do TV Pirata, onde foi utilizado um pseudônimo (Patty) para que ela não os processassem.





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

560 Quilômetros de semeada aérea

Saudaaaaaadeeeeeee Gulliver desse VT antigo. Não foi atoa que virei publicitária. Sempre interagi com o melhor da publicidade brasileira durante minha infância! A Varig semeando a discórdia com a TAM (e seus vôos curtos da época), sem compromisso.

Cabeça na Grade

* Foto ilustrativa. A grade era muito mais robusta e não haiva velas.

Copa do Mundo de 2002. Sediada no Japão, os horários dos jogos para assistí-los no Brasil eram durante a madrugada.
Arrumamos um lugar super bacana para assistirmos os jogos. Uma loja (Patrícia Komel era o nome) e que tinha um bar dentro. Super legal.
Para garantirmos nossos lugares bem na frente do telão, jogávamos nossos corpos lá bem mais cedo. Como somos bons de copos, tranquilo. Em alguns jogos, começávamos praticamente no Happy Hour e terminavamos no café da manhã, antes de ir para o trabalho. O trio permanente era eu, Xapéu e Dani Naves. O resto dos integrantes eram rotativos.

Sempre nos divertíamos horrores! Acontecia muita coisa engraçada nesse bar. O melhor caso que me lembro, foi o da grade.
No fundo do bar tinha uma grade que era uma divisão de uma salinha. Como esse barzinho fez sucesso, vivia lotado e resolveram colocar mesas atrás desta grade. A visão de quem ficava ali era prejudicada, mas ainda assim o pessoal assistia aos jogos felizes por ali mesmo.

O problema ocorreu quando seres pulhas se sentaram em uma mesa logo depois da grade. Eles simplesmente ignoravam que havia outras pessoas tentando enxergar algo ali atrás. Agiam como se a tal grade fosse uma parede. Primeiro tempo e começou a rolar bate boca por volta dos 21 minutos. Depois de se levantarem e trocarem palavras felpudas, o grupo da frente se sentava e assim permaneciam por mais algum tempo. Ao 33 minutos um cara se levanta para ir ao banheiro. Surgem alguns palavrões comedidos, que se estenderam pelo bar todo desta vez. Minha mesa não precisou de manifesto agressivo, já que tinha a melhor localização e ninguém nos incomodava. Acréscimos do primeiro tempo, 46 minutos e o povo da mesa dos pulhas já começam a se movimentarem como se já tivesse acabado o jogo. Pessoal da mesa de trás se levanta ferozmente e começa novo bate boca. Nasce as representantes oficiais das mesas. A de trás era uma mulher morena, cabelos um pouco abaixo dos ombros. A da frente era uma pseudo loira, cabelos cumpridos e com "ar" de vicking, mais marombadinha. Inicio do segundo tempo. O consumo de álcool já havia sido considerável. O tanque de urina esvaziados e todos no bar se sentiam bêbados e leves, prontos para continuar bebendo o mundo e torcendo pelo Brasil! Aos 14 minutos a Vicking se levanta para um colega sair da mesa e permanece em pé. A representante da mesa de trás, se manifesta. A Vicking continua em pé e gera um surto de ódio na Morena, que se levanta e pega pelos cabelos da pseuda loira pela grade e realiza vários movimentos simétricos da cabeça da vítima contra o metal. HAHAHAHAHAHA Ficamos chocados.... Praticamente mudamos nosso foco para o fundão do bar. Por instantes, ninguém fez nada para separar a briga. Todos chocados. Quando tentaram deter a moça morena, houve muita dificuldade. Foi muito divertido, até separarem as duas, pois aí, ficou um tumulto e começou a atrapalhar meu jogo. Cada uma sentou no seu lugar novamente. Os amigos da Vicking ficaram vigiando para que ela não se levantasse nunca mais. Deu certo.

Fui duas vezes vitoriosa! Com o Brasil e com a Morena, pois eu torci pra ela o tempo todo, já que era a certa desde o início. Atitude ela! Todos da mesa dela reclamavam e não faziam nada... Uns cótos! Ela foi lá e fez!

Muito feliz nossa noite! Tomamos café da manhã e fomos cada um para seu trabalho.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Anjos & Demônios




Adoro histórias neste estilo!

Estou no epílogo do livro Anjos & Demônios e louca para vê-lo na tela grande. Com o lançamento no Brasil previsto para 15 de maio conta com Tom Hanks, Ayelet Zurer e Ewan McGregor no elenco.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

David Ensandecido

HAHAHAHAHA Juuudiação!!! O próprio pai que filmou e jogou no Youtube.
O menino ficou ensandecido ao sair do dentista...



*Fonte: G1 http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL985550-6174,00-VIDEO+DE+MENINO+ANESTESIADO+APOS+CONSULTA+NO+DENTISTA+VIRA+MODA+NA+INTERNET.html

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ontem no Extra

A queda nas exportações gerada pela crise financeira, fez o preço do filé mignon cair. Toque de amiga nos amigos www.saborsonoro.com.br (Marcel) e www.cozinhatravessa.com.br (Dani Presidente) para que proponham receitas utilizando este nobre corte.

Bom, voltando ao foco do post, fui ao Extra adquirir uma peça de filé mignon para que Mamãe faça um estrogonofe pra mim. E adivinhem quem eu encontro na sessão de hortifruti?!?!?!?! Dom Lázaro Venturini!!!! Tinha ido comprar sua fruta preferida! Batemos um papinho rápido porque ele tava atrasado para o Pilates, que aliás, faz aulas com minha amiga Carola e tem lhe feito muito bem!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Fila Para Entrar no Céu


IMpressionante!!! Ser educado é ver sua vida indo por água abaixo! Ãh ãh!?!??!?!
Estudos sobre o acidente do Titanic detectaram que passageiros britânicos morreram por terem feito fila na hora de entrar nos botes salva vidas. Já os americanos, que não tiveram educação, não fizeram fila e se salvaram! Defendendo os ingleses, afirmo que a fila não era para entrar nos botes e sim para entrar no Céu de maneira civilizada.
Abaixo parte da matéria que li no site da BBC Brasil (leia matéria completa).

"O pesquisador afirma que os resultados de seu trabalho mostram que "a base cultural" das pessoas a bordo teve papel significativo na tragédia.
Cerca de 53% das pessoas a bordo eram britânicos e proporcionalmente havia menos deles entre os sobreviventes. Vinte por cento eram americanos.

Segundo David Savage, economista da Universidade de Tecnologia de Queensland, os americanos tiveram uma probabilidade 8,5% maior de sobreviver do que outras nacionalidades, como suecos e irlandeses.

Já os britânicos tiveram uma probabilidade 7% menor de sobreviver."

Oi oi oi Qual o Seu Nome?!

Adoramos publicidade!
A idéia de representar este VT começou com o Xapéu e a Marielle Pinfildi. Na primeira vez eu fiz as pessoas no meio do caminho (Sivuca, não lembrava as falas). Com o tempo houve aprimoração e representávamos até quando um ligava para o outro (um alô bem cumprido hahahahaha). Em pouco tempo, onde quer que jogássemos nossos corpos, havia solicitações para a representação. Segue o vídeo: