







Creio que a maioria das pessoas que me conhecem sabem que sou amiga dos "Pôneis", que os acho divertidos e que não foi atoa que criei este meu blog. Com isso, tudo que é relacionado ao fato as pessoas carinhosamente se lembram de mim.
A campanha é fantástica. Semeia a discórdia com os concorrentes da pick up de maneira divertida e atípica com uma brincadeira lúdica e irreverente. O VT ficou muito divertido e está sendo veiculado em TV aberta e fechada e na internet com o viral mais ativo que já vi até o momento no Brasil com Youtube linkado ao Facebook além de estar nos Trending Topics do Twitter até o momento.
Sim, dia 06 de janeiro é dia dos Reis Magos. Não é o primeiro post que faço com a fantástica participação de Gaspar, Baltazar e Belchior. São reis incríveis!
Depois de algum tempo tentando assombrar acampamentos de crianças americanas sem sucesso, Gasparzinho procurou auxílio na cromoterapia e mudou sua cor original preta para alva. Por um breve período vagou pelos umbrais tentando aperfeiçoamento mas também não obteve sucesso... Foi aí que resolveu se consultar com Dona Shirley, uma numerológa que descobriu um "vacilo cósmico" no seu nome artístico. Gaspar não agregava!
Damien recusou receber Gasparzinho em seu escritório por 666 vezes até que cansou e bateu um papo descontraído no botequim do seu Gerson tomando uma média. Entre um pão com manteiga e uma morte sinistra na esquina, Damien percebeu que faltava talento lúgubre para Gaspar, e gargalhou muito em sua face rindo das tentativas inúteis de tentar ser perverso... Achou tudo muito caricato.
Gasparzinho era a "Gabriela Duarte" do desenho animado. Muito meiguinho... Voz suavezinha... Faltava algo ali. Um parceiro talvez... Colocaram então para atuar com ele o Assombroso e mais alguns coadjuvantes e então o desenho do nosso querido ex-Rei Mago decolou! Um sucesso!


Em boa hora surgiu aquele cão da raça São Bernardo com seu barrilzinho de conhaque preso ao pescoço. Selamos a parceria com um brinde. Na verdade vários, pois perdi a conta... Tinha tantos cães ali nos servindo que no final utilizamos a matilha para nos puxar com trenós. Foi meio lento, pois não era a raça indicada, mas o passeio foi ótimo e agradabilíssimo.
O Yeti se adaptou bem ao serviço e já testamos os primeiros copos de água potável. Entreguei a cópia da chave do reservatório de água real, assim como pegamos suas digitais para o uso da biometria. Agora era oficial!



Armazenada dentro do recipiente, eu o e o Guilherme saímos em uma jornada até a floresta mais próxima (terreno vago do outro lado da rua da agência). Enfrentamos animais ferozes (carros) e até um robô esguio que lançava laser (semáforo) em nossos corpos sem nos atingir.
Fomos destemidos e conseguimos chegar até a floresta. Abri a caixinha de pandora com delicadeza. Ela me lançou um olhar profundo e tenro. Eu retribuí. Ali selava uma amizade linda. Instalei uma biruta no poste da cerca do terreno para ela se orientar pelo vento. Ela alçou vôo de maneira capenga até se estabilizar. Antes, ainda no rasante, capturou um calango e foi comendo. Era o motivo da capenguês que a deixou torta por instantes. Isso me acalentou.. Estava preocupada por ser algum dano em suas asas... E assim Armínia se foi... Linda e voante...
Depois que as séries Arquivo X e Friends se acabaram, eu pensei que nunca mais assistiria algo que me prendesse tanto a atenção. Surgiram então outras produções com temas variados e com roteiros excelentes. Bastava questionar algum amigo fã de séries que logo vinha uma boa indicação (Desperate Housewives, Grey's Anatomy, Lost, Lie To Me, Pretty Little Liars...).
O único problema das indicações é que geram mais nomes para a listinha de coisas que não podemos viver sem...
Se você é uma pessoa que não gosta de saber absolutamente nada sobre a série que vai assistir (os temíveis spoilers), então pega a dica e pare de ler.
Há algum tempo atrás, consternada pelo final de temporada de Lost, saí em busca de algo para preencher aquela lacuna e eis que me jogam True Blood na face!
Fui resistente a princípio. Não tenho muita paciência com histórias de vampiros, mas como não me restava mais nada enfrentei o primeiro episódio, o seguindo, o terceiro e quando vi estava com nova crise de abstinência pelo final da primeira temporada.
Produzida pela HBO, True Blood começou sua vida em 2008. É baseada nos livros “Southern Vampires” da americana Charlaine Harris e conta sobre a relação entre humanos e vampiros em “Bon Temps” (pequenina cidade caipira e imaginária localizada em Louisiania – EUA).
Para uma boa convivência entre os humanos e os seres de tonalidade alva, os japoneses imaginários criaram a bebida “Tru Blood” que é um sangue artificial e nome da série. Desta forma, os vampiros não precisariam mais beber o sangue das pessoas e assim começaram a conviver sem maiores problemas. Rola muito preconceito com eles e é travada uma disputa política pesada em busca de direitos iguais.
A mocinha é interpretada pela Anna Paquin, aquela guria que fez a “vampira” de X-Men. Chama-se Sookie Stackhouse e possui um poder invejável de conseguir ouvir os pensamentos alheios. É bastante destemida. Apaixona-se pelo “vampirão saboroso” Bill Compton (Stephen Moyer) que, aliás, se casaram recentemente na vida real.
Mas não foi só o casalzinho sofredor que dá vida aos episódios. Outros fatores agregaram para meu envolvimento com a série.
Tem o “loiro burro”, Jason (Ryan Kwanten) que é irmão da Sookie. Apesar de possuir um QI comprometido, tem seu charme. Com seu corpinho do sucesso ele é um dos responsáveis pelo teor picante da série e dono das maiorias das cenas de sexo do programa.
Um dos personagens mais queridos por mim é o dono do bar de Bom Temps. Sam Merllot é um fofo, também tem dotes de beleza e é apaixonado pela Sookie. Seu diferencial é se transformar em animais quando necessário (Sam é metamorfo).
O cozinheiro do bar de Sam é uma figura! Lafayette (Nelsan Ellis) é negro, homossexual, alto e forte. Se veste com a vibe “Vera Verão” e é traficante de “V” (sangue dos vampiros que com apenas uma gotinha deixa o usuário ensandecido). É uma pessoa ótima e está sempre envolvido em eventos perigosos. É primo da Tara, amiga de Sookie.
Eric Northman (Alexander Skarsgard) é o “vampiro saboroso” concorrente de Bill. Além de ser um líder dos vampiros da região de Bom Temps, é dono da casa noturna Fangtasia, que é freqüentada por vampiros envolventes que curte uma balada bacana. O local é cenário de várias partes importantes da trama.
A revoltada da cidade é a melhor amiga da leitora de pensamentos. Tara (Rutina Wesley). É super “boca suja” e distribui patadas e palavrões como se não houvesse amanhã. Tem uma mãe bem alcoolizada também. A vida dela não é fácil...
Moça que é uma figura e que dá um dó danado é a Jéssica (Deborah Ann Woll). Jovem vampira, foi criada pelo Bill. Uma das características dos vampiros da série é que seus ferimentos se fecham quase que imediatamente dependendo do tamanho do corte. Sendo assim, a guria sofre bastante todas as vezes que tenta realizar a cópula com alguém, pois era virgem antes de se tornar criatura das trevas. Não tem como não rir nestas cenas.
Para mim o mais garboso surgiu nesta terceira temporada. Alcide (Joe Manginiello)! Homem com toques rústicos e charme intenso com requintes de sensualidade. É o lobisomem que muitos gostariam de escutar seus uivos ao vivo. Surge para proteger a moça dos dentinhos separados.
Além dos personagens descritos, temos também fadas, bruxas e outras criaturas que surgirão durante as temporadas futuras. É o que dá o teor de conto de fadas só que com episódios recheados de sexo selvagem, drogas, traições, manipulações etc. Coisinhas presentes no mundo dos adultos...
A produção já ganhou vários prêmios e fatura muito dinheiro com produtos que levam o nome da série. Até a bebida True Blood você consegue comprar pelo site da HBO. Pacote com quatro garrafinhas a 16 dólares e acredito ser o produto mais cobiçado.
Se você se interessou pelo assunto, pode comprar os box da primeira e segunda temporadas com valor aproximado de R$ 160,00 em qualquer site ou lojas especializadas.
Se quiser também, pode comprar os livros da autora (Charlaine Harris) e começar a assistir a série já sabendo de todos os detalhes.
*Fontes: Blogs Sookie Novel’s; Fangtasia Brasil e True Blood Brasil
Muito bom quando descobrimos coisas por acaso, não é mesmo?! Troca de informações é sempre agregante.
Aquisições de coockies, barras de chocolate diversificadas, balinhas e gomas de mascar também começaram a fazer parte do projeto.
Para tornar mais aprazível a visita, o som emanado da pick up em volume comedido é o lounge (na vibe Buddah Bar). Quando a proposta é temática, variamos as melodias. Somos flexíveis como bambu!
Lembro que me posicionava atrás de uma mesinha que morava na sala e minha avó colocava uma xícara com duas colheres de açúcar na minha frente. Eu olhava para a chávena, mirava o descendente da cana de abocar e fazia uma cruz com o indicador direito.
Hello my baby
Hello my honey
Hello my ragtime gal
Send me a kiss by wire
Baby my heart's on fire
If you refuse me honey you'll lose me then you'll be left alone
Oh baby
Telephone-and tell me I'm your own...