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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Contos de Fadas Para Adultos


Segue a matéria que fiz sobre True Blood para a Revista Glass:

Depois que as séries Arquivo X e Friends se acabaram, eu pensei que nunca mais assistiria algo que me prendesse tanto a atenção. Surgiram então outras produções com temas variados e com roteiros excelentes. Bastava questionar algum amigo fã de séries que logo vinha uma boa indicação (Desperate Housewives, Grey's Anatomy, Lost, Lie To Me, Pretty Little Liars...).

O único problema das indicações é que geram mais nomes para a listinha de coisas que não podemos viver sem...

Se você é uma pessoa que não gosta de saber absolutamente nada sobre a série que vai assistir (os temíveis spoilers), então pega a dica e pare de ler.

Há algum tempo atrás, consternada pelo final de temporada de Lost, saí em busca de algo para preencher aquela lacuna e eis que me jogam True Blood na face!

Fui resistente a princípio. Não tenho muita paciência com histórias de vampiros, mas como não me restava mais nada enfrentei o primeiro episódio, o seguindo, o terceiro e quando vi estava com nova crise de abstinência pelo final da primeira temporada.

Produzida pela HBO, True Blood começou sua vida em 2008. É baseada nos livros “Southern Vampires” da americana Charlaine Harris e conta sobre a relação entre humanos e vampiros em “Bon Temps” (pequenina cidade caipira e imaginária localizada em Louisiania – EUA).

Para uma boa convivência entre os humanos e os seres de tonalidade alva, os japoneses imaginários criaram a bebida “Tru Blood” que é um sangue artificial e nome da série. Desta forma, os vampiros não precisariam mais beber o sangue das pessoas e assim começaram a conviver sem maiores problemas. Rola muito preconceito com eles e é travada uma disputa política pesada em busca de direitos iguais.

A mocinha é interpretada pela Anna Paquin, aquela guria que fez a “vampira” de X-Men. Chama-se Sookie Stackhouse e possui um poder invejável de conseguir ouvir os pensamentos alheios. É bastante destemida. Apaixona-se pelo “vampirão saboroso” Bill Compton (Stephen Moyer) que, aliás, se casaram recentemente na vida real.

Mas não foi só o casalzinho sofredor que dá vida aos episódios. Outros fatores agregaram para meu envolvimento com a série.

Tem o “loiro burro”, Jason (Ryan Kwanten) que é irmão da Sookie. Apesar de possuir um QI comprometido, tem seu charme. Com seu corpinho do sucesso ele é um dos responsáveis pelo teor picante da série e dono das maiorias das cenas de sexo do programa.

Um dos personagens mais queridos por mim é o dono do bar de Bom Temps. Sam Merllot é um fofo, também tem dotes de beleza e é apaixonado pela Sookie. Seu diferencial é se transformar em animais quando necessário (Sam é metamorfo).

O cozinheiro do bar de Sam é uma figura! Lafayette (Nelsan Ellis) é negro, homossexual, alto e forte. Se veste com a vibe “Vera Verão” e é traficante de “V” (sangue dos vampiros que com apenas uma gotinha deixa o usuário ensandecido). É uma pessoa ótima e está sempre envolvido em eventos perigosos. É primo da Tara, amiga de Sookie.

Eric Northman (Alexander Skarsgard) é o “vampiro saboroso” concorrente de Bill. Além de ser um líder dos vampiros da região de Bom Temps, é dono da casa noturna Fangtasia, que é freqüentada por vampiros envolventes que curte uma balada bacana. O local é cenário de várias partes importantes da trama.

A revoltada da cidade é a melhor amiga da leitora de pensamentos. Tara (Rutina Wesley). É super “boca suja” e distribui patadas e palavrões como se não houvesse amanhã. Tem uma mãe bem alcoolizada também. A vida dela não é fácil...

Moça que é uma figura e que dá um dó danado é a Jéssica (Deborah Ann Woll). Jovem vampira, foi criada pelo Bill. Uma das características dos vampiros da série é que seus ferimentos se fecham quase que imediatamente dependendo do tamanho do corte. Sendo assim, a guria sofre bastante todas as vezes que tenta realizar a cópula com alguém, pois era virgem antes de se tornar criatura das trevas. Não tem como não rir nestas cenas.

Para mim o mais garboso surgiu nesta terceira temporada. Alcide (Joe Manginiello)! Homem com toques rústicos e charme intenso com requintes de sensualidade. É o lobisomem que muitos gostariam de escutar seus uivos ao vivo. Surge para proteger a moça dos dentinhos separados.

Além dos personagens descritos, temos também fadas, bruxas e outras criaturas que surgirão durante as temporadas futuras. É o que dá o teor de conto de fadas só que com episódios recheados de sexo selvagem, drogas, traições, manipulações etc. Coisinhas presentes no mundo dos adultos...

A produção já ganhou vários prêmios e fatura muito dinheiro com produtos que levam o nome da série. Até a bebida True Blood você consegue comprar pelo site da HBO. Pacote com quatro garrafinhas a 16 dólares e acredito ser o produto mais cobiçado.

Se você se interessou pelo assunto, pode comprar os box da primeira e segunda temporadas com valor aproximado de R$ 160,00 em qualquer site ou lojas especializadas.

Se quiser também, pode comprar os livros da autora (Charlaine Harris) e começar a assistir a série já sabendo de todos os detalhes.

*Fontes: Blogs Sookie Novel’s; Fangtasia Brasil e True Blood Brasil
*Trilha da abertura é do cantor Jace Everett - Segue abaixo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Previously on Lost

Acabou.
Foram 6 anos ensandecida pelo próximo episódio, criando possibilidades e suposições diversificadas, torcendo pelos meus personagens preferidos e com nível elevado de vício pelo programa.
Ontem não li jornal algum já temendo spoilers. Também recusei convites para assistir com amigos e evitei o Twitter à noite pois sabia que muitos conseguiram o episódio antes de mim. Não queria influência alguma sobre este tão esperado final da série. Ultra neurótico, não é mesmo!? E agora viverei sem essa neurose que alimentava meu cérebro.
Lost era uma série que nos forçava a pensar, a trabalhar a imaginação. Um exercício evolutivo. Muitas vezes senti um pouco de raiva dos roteiristas. Talvez realmente estivessem "perdidos" ou nos tentando fazer de idiotas, mas acredito que seja o que for, levei para o lado positivo. Escolhi e fiz minhas próprias considerações.
Ontem foi assim. Apesar do episódio seguir uma linha em seu desfecho, consegui pegar tudo que imaginei e aplicar ali naquele final. Interpretei da forma que quis e acredito que muitos o fizeram também. Um pseudo sentimento de liberdade nos dando a impressão que "nós" finalmente conseguimos sair da ilha.
O final foi emocionante. Sentimento de perda enorme, sabendo que não conviveria mais com aqueles amigos. Tipo sentimento de formatura... E mesmo não explicando alguns mistérios, foi muito bem conduzido. Pela última vez nos fez pensar. Seguiu uma linha de raciocínio mas nos deu a chance de pensarmos em qualquer coisa. Creio que cada um fez o seu próprio final e considerações. Eu inclusive sonhei com a continuação do meu final e foi fantástico. A dualidade, o bem o e mal, os lados opostos, as possibilidades para todos os fatos da vida e a vontade de viver maior que a de sobreviver...
Já sinto saudade Gulliver de Lost (entra o tema triste de Lost, musicalizando meu sofrimento)



*Dica - Linha do Tempo do AXN aqui

quarta-feira, 31 de março de 2010

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Poker Face Man

Feliz é uma pessoa que consegue elaborar saídas de situações complexas.
No caso, um redator bastante criativo e que graças a este predicado, consegue escapar de altas ciladas.

Isso me deu uma idéia. Na mesma linha do antigo seriado MacGyver, onde o cara conseguia criar uma bomba usando uma caneta Bic e dois fios de cabelo tingidos com Koleston n° 121, vou propor ao meu criativo colega redator Diogo Borges, um novo seriado onde eu escreverei e ele atuará como galã.

A chamada para o episódio piloto seria mais ou menos assim:

Narrador:
_Diogo é redator na R&B Propaganda. Muito simpático, ele é querido por todos na agência e é a ele que todos os atendimentos recorrem no momento de desespero.
_Diogo faz o possível para entregar todos os 104 jobs nos prazos solicitados pelos colegas, mas é muito difícil.

_O que ninguém sabe é que ele tem uma vida paralela no pouco tempo que lhe resta nas 24 horas do dia. Além de fazer assepsia corporal, cuidar de sua higiene bucal e ver seus familiares rapidamente em poucos segundos, Diogo tem um segredo: Ele é crupiê! Poker Face Man é seu apelido e ele trás nas mangas de sua camiseta nude muito Straight Flush e alguns full houses.

_Muita criatividade sem erros de português! O Poker Face Man detalha em poucas linhas o seu atraso de 11 minunos na singela sexta feira de trabalho. Convincentemente, ele expõe que depois de jogar poker a noite toda, ele angariou várias idéias para colocar em prática em seus 104 jobs urgentes.

_O que lhe falta é tempo e tempo é dinheiro, ou seja: O que falta é dinheiro! Dinheiro se ganha no Poker, portanto, o Poker Face Man estava na verdade era buscando horas para se dedicar aos melhores textos. Sendo assim, este estimado crupiê estava trabalhando. Se ele estava trabalhando durante a noite toda, isso implica em receber horas extras e então, dinheiro. Se dinheiro é tempo, o Poker Face Man também conseguiu a proeza de conseguir ampliar o prazo de entrega para seu serviço! Esse crupiê é um sucesso!

Enquanto eu tento vender este fabuloso projeto para o Canal da Gente, fiquem com uma pequena demonstração de criatividade no vídeo abaixo (que aliás foi indicado pelo Poker Face Man - Diogo Borges):

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tema da Abertura de Fringe

Continuando minha "vibe" Fringe, segue na íntegra o tema de abertura.
A música é bonita e foi criada pelo próprio J. J. Abrams.
O vídeo conta com vários cartazes criados para a divulgação da série e me gerou uma curiosidade: Aos 3'30" e 4'03"" do vídeo percebi uma semelhança com o tema de Arquivo X. OU será que é coisa da minha cabeça?!

Fringe


Terminei ontem a primeira temporada Fringe e estou louca pela próxima. Criada por J.J. Abrams (o mesmo criador de Lost), pensei que não conseguiria nada tão interessante, mas série está no mesmo caminho. Alah!

Para os órfãos de
Arquivo X e que estão sofrendo com a abstinência de Lost (aliás, Fringe é uma mistura das duas), a série aborda ficção científica e fatos inexplicáveis (que são explicados), tem muita ação e promove a utilização do cérebro de quem está assistindo.


*Conheça tudo sobre Fringe: http://fringeinfringe.blogspot.com/

domingo, 17 de maio de 2009

Os Últimos Episódios de LOST

BUCÉFALO! Toda temporada é isso. Depois de assistir o último capítulo, fico órfã. É horrível ficar sem LOST. E não adianta eu interagir com os episódios antigos. Estou rezando para que a 6ª Temporada chegue logo.

Lembro-me do seu primeiro episódio. Passou na Sony para ajudar na sua divulgação. Eu me recusei a assistir porque ela seria exibida na AXN e eu não assinava na época. Fiz bem. Um amigo meu assistiu e depois ficou desesperado sem conseguir segui-la. É... É como droga. Se experimenta, vicia.

Muitos me falaram sobre LOST. Todos me avisaram que é o tipo de série que tem a minha cara. Que meu destino era assisti-la. Resultado, mesmo eu fugindo dela, acabei ganhando a primeira temporada de aniversário do Damião. Adorei e lógico, viciei. Sábado, acabei de assistir os dois últimos episódios da 5ª temporada e estou aqui, sofrendo de ansiosidade.

Ah, quero agradecer por todo empenho e agilidade da Equipe Psicopatas e do Lost Brasil. Orgulho! Vocês me ajudaram a chegar na ilha! Amo-tes! Aqui, entrevista com um integrante do Psicopatas realizada pelo blog Tudo Que For High Pop.

E enquanto aguardo janeiro de 2010, a saída é jogar o corpo em São Paulo para assistir a peça: “Eu tenho a última temporada“ que conta sobre Ronaldo Geraldo, um cara que frequenta uma terapia de grupo para viciados em seriados. Após uma overdose de temporadas, ele passa por uma cirurgia mal sucedida executada por Dr. House, descobre que terá apenas 6 meses de vida e não poderá assistir ao final da última temporada de sua série favorita, Lost. Ele vende a sua alma e interage com personagens de heroes, 24 horas, friends, entre outros, atrás de seu objetivo. Segue um trechinho abaixo:

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Friends/Lost

Enviada pela Dúcta (Roberta Mello), um mix da abertura de Friends com os personagens de Lost! Muito bom!