quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Os Homens Pipoqueiros do Mirante






Gente, que medo OU!
Domingo fomos interagir com a vista do Mirante em BH e segundo minha amiga Gra, lá tinha uma saborosa pipoca com bacon. Beleza! Jogamos nosso corpo no tal local elevado.


Ao chegarmos, fomos abordados por um pipoqueiro nos entregando amostras de pipoca tradicional. Que bom! Adoro amostras de produtos! Só que enquanto caminhavamos rumo a lateral do precipício, o pipoqueiro não saia de perto e nos sentimos pressionados a realizar a compra.
Segundo a Gra, não foi dele que ela adquiriu os saboros sacos de pipoca em um passado recente, mas não tinha como procurar outra fonte de compra.

Enquanto admirávamos a vista de Belo Horizonte, chega o primeiro pacote do produto entregue por um cara bem sinistro. O saco era grande, possuía pedaços semi fritos de bacon e blocos de queijo derretido com pipoca. Ultra mega power gordurosa! Tive medo de segurar o pacote mas o olhar intimidador do entregador me fez agir.

Ao segurar o saquinho, quase o deixei cair. Era muito pesado. Minha impressão era que eu estava segurando um saco de Sal Cisne! Niiiih! Pense: O alimento era pesado e seu eu jogasse aquilo para dentro do meu corpo, era o mesmo que eu tivesse aumentando meu peso propositalmente! Não dava!
Comi um pouco daquilo ao som da minha amiga alegando que não era aquilo que ela indicou para a turma.

Pensei em tirar foto, mas fiquei com medo que a imagem engordurasse o cartão de memória do meu celular. Minha mente boiava em lipídeos e gordura saturada e se não me engano foi o Marquim que tentou cancelar o resto do pedido e recebeu uma resposta curta e negativa de um dos entregadores de pipoca.


O terceiro saquinho chegou e seu transporte foi a mão de outro homem estranho, com uma "vibe" Bel do Chiclete com Banana mixado com 38 detentos do presídio Adriano Marrey de Guarulhos. O temor tomou conta de todos com mais perseverança.
Sutilmente joguei meu saco de gordura saturada no lixo, rezando para que ele não arrebentasse o fundo, mesmo sendo de lata. O resto do grupo fez semelhante e só o Marquim comeu quase tudo. Não sei se ele foi ameaçado ou se foi para provar algo para ele mesmo ou para sua esposa Gra.

Eu e a Gra fomos pagar. Pedi para ela não fazer movimentos bruscos e que aguardasse os meninos se aproximassem para eventual proteção. Valor a pagar: R$ 37,00. Realizei o pagamento e puxei minha amiga. Avisei para ela ativar o modo Mellita, só que ela não conseguiu e acabou observando o local de armazenamento do bacon e do queijo. Pedi que ela pelo menos não furasse o meu Mellita, mas ela insistiu contando detalhes imundos. Descontei perguntanto para ela se por acaso ela percebeu que não havia banheiro e água potável por ali, além de lembrá-la que aquelas 3 criaturas do pântano passavam o dia inteiro ali (em algum momento eles precisariam eliminar líquidos).

Bom, só nos restava realizar assepsia interna com álcool em gel que havia no carro. Jogamos nosso corpo em um barzinho no Sion para interagimos com muita cerveja, chop e cachaça, seguido do Café com Letras para eliminar resquícios de qualquer tipo de trauma que tenha nos fagocitado durante o dia. Alah!

Nenhum comentário:

Postar um comentário