segunda-feira, 15 de junho de 2009

Uarizambs é para lá ou para cá?


Encontrei com o Wanderly (amigo antigo) em um evento neste final de semana e nos lembramos de algumas peraltagens que realizávamos com freqüência. Ele tinha uma Chevy Vermelha e sempre passeávamos por Uberlândia em busca de aventura e atos teatrais (aliás, representávamos bem).

Jogávamos os corpos na beirada da pista do aeroporto para interagir com os aviões, passávamos embaixo de bicas d’água com amigos na carroceria para semear a discórdia, abordávamos cidadãos na rua com temas diversos...

Em particular, eu gostava de duas peraltagens. Uma era parar na rua e pedir a seguinte informação: _Por favor, Uarizambs é pra lá ou pra cá?! Acreditem as pessoas sempre respondiam a informação, mesmo não tendo entendido o que perguntei. Comecei a achar interessante isso. Passou a ser um tipo de pesquisa própria. Percebi que pessoas mais simples eram mais solícitas e se sentiam muito bem ajudando o próximo, mesmo que fosse uma “pseuda” ajuda.

A segunda brincadeira que eu adorava era passar em frente ao ponto de ônibus lotado e gritar algum nome enrolado. Sempre tinha alguém que olhava para os lados confirmando se alguém não abanou a mão e então nos cumprimentava com um vasto aceno... Aliás, ainda uso esta técnica de falar algo enrolado finalizando com um som de “O” ou “A” quando não me lembro do nome de algum fornecedor da agência. Funciona! Alah!

O Wanderly, aliás, se casou com a Virgínia (uma amiga que se formou comigo e que fazia a melhor imitação da nossa professora de português). Já possuem filhotes. Um dia, almoçando no Casarão (restaurante aqui de Udi que fica em uma praça), vi um pai brincando com um carrinho de controle remoto enquanto as crianças corriam desgovernadamente pela praça com a possibilidade de cada um entrar em um carro qualquer e sumirem sem compromisso. Que pai mais ensandecido, julguei... E só então tive a certeza que só poderia ser meu amigo. E era!
OBS: O veículo da foto é só para referência. Este está muito acabadinho. Judiação!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Intérpretes de Libras em Palestra Apimentada

Instrução é tudo!
Aqui vai um vídeo francês (enviado pelo Xapéu) que nos esclarece tudo sobre alguns estágios da cópula.
O vídeo é simples e tem um apresentador que conduz o assunto com muito respeito e seriedade.
A preocupação com os surdos é nítida e achei muito bacãããna a intérprete de Libras que eles arrumaram. Através da união da linguagem dos sinais aliada as mímicas objetivas, ela conseguiu demonstrar claramente cada item abordado no contexto falado. Confiram!

domingo, 7 de junho de 2009

O Fabuloso Gerador de Lero Lero


Fantástico! É o gerador de Lero Lero. Se você precisa escrever algum texto e "encher linguiça" para que ele pareça ter alguma consistência, basta entrar no site e informar o número de frases que deseja para engrupir seu leitor. Clique aqui.

Percebemos, cada vez mais, que o comprometimento entre as equipes estimula a padronização das novas proposições. No entanto, não podemos esquecer que o desafiador cenário globalizado prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes da gestão inovadora da qual fazemos parte. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a mobilidade dos capitais internacionais causa impacto indireto na reavaliação de todos os recursos funcionais envolvidos. Caros amigos, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos cumpre um papel essencial na formulação dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Não obstante, a expansão dos mercados mundiais talvez venha a ressaltar a relatividade do investimento em reciclagem técnica. Assim mesmo, a competitividade nas transações comerciais representa uma abertura para a melhoria dos paradigmas corporativos. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o acompanhamento das preferências de consumo não pode mais se dissociar dos métodos utilizados na avaliação de resultados.

*Dica do meu amigo Bin.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Dúvida: Pensamos Como Falamos?

Quando pensamos, falamos mentalmente e também escutamos mentalmente o que pensamos. Sendo assim, se temos problemas de dicção, nossos pensamentos também sofrem com isso?

Testei com meu “Eu Interior” e vi que ao falar em pensamento, erro as mesmas palavras que erro ao falar. Exemplo: Ao pronunciar as letras ZGJ mentalmente, percebo que a dificuldade é quase a mesma. Sendo assim, uma pessoa gaga também gagueja ao pensar? Como funciona nossa mente? Tantas dúvidas...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Reclamações

Comecei a achar que o ser humano sente a necessidade de reclamar. Qualquer fato é ideal para gerar reclamações.

Hoje por exemplo, pessoas reclamam do frio. Se está quente, pessoas reclamam do sol forte. Se chove maldita chuva! Será que as pessoas esquecem que isso faz parte da natureza e que é necessário para o desenvolvimento da vida?! Aliás, saudade Gulliver das 4 estações do ano que a muito tempo não vivencio. Se o frio, a chuva ou o sol forem realmente por um período extenso causando calamidades, até concordo com a reclamação, apesar de ter consciência de que alterações climáticas são graças às degradações que realizamos em nosso habitat.

Essas reclamações atenuaram minha teoria de que o ser humano não vive sem reclamar. É algo vital. É necessário reclamar de qualquer coisa durante o dia, se não, não valeu. E não estou falando reclamações reais como reclamar de terem arranhado seu carro ou da conta de telefone ter vindo mais cara sendo que você falou menos. O válido para a minha teoria é reclamar sem um motivo real e visando o egoísmo. Exemplo: Uma guria qualquer não quer que chova porque ela fez uma escova no cabelo. Ou seja, toda a plantação de soja da fazenda do pai dela pode ser comprometida sem a chuva, mas o cabelo dela com um pouquinho de eletricidade não é aceitável. Esta mesma guria pode reclamar também por sua pele estar seca ou pelos problemas respiratórios devido à falta de umidade no ar, mas ainda assim a chuva não é bem vinda.

Percebi que existe um grupo peludo dentro do humano composto pelo egoísmo, falta de raciocínio e fala desgovernada. A pessoa reclama sem pensar. A reclamação flui sem compromisso pela boca afora. Se todos analisassem suas reclamações antes de divulgá-las ao meio, com certeza esse volume seria menor e viveríamos melhores.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Tema da Abertura de Fringe

Continuando minha "vibe" Fringe, segue na íntegra o tema de abertura.
A música é bonita e foi criada pelo próprio J. J. Abrams.
O vídeo conta com vários cartazes criados para a divulgação da série e me gerou uma curiosidade: Aos 3'30" e 4'03"" do vídeo percebi uma semelhança com o tema de Arquivo X. OU será que é coisa da minha cabeça?!

Fringe


Terminei ontem a primeira temporada Fringe e estou louca pela próxima. Criada por J.J. Abrams (o mesmo criador de Lost), pensei que não conseguiria nada tão interessante, mas série está no mesmo caminho. Alah!

Para os órfãos de
Arquivo X e que estão sofrendo com a abstinência de Lost (aliás, Fringe é uma mistura das duas), a série aborda ficção científica e fatos inexplicáveis (que são explicados), tem muita ação e promove a utilização do cérebro de quem está assistindo.


*Conheça tudo sobre Fringe: http://fringeinfringe.blogspot.com/