sexta-feira, 6 de março de 2009

Agora é Clip: O Jardineiro é Jesus e as Árveres Somos Nozes

Depois de descobrir que Jesus é o jardineiro, minha sala na R&B nunca mais foi a mesma. Tudo que fazemos em equipe, é para nozes.

Enviado pelo Zelito, agora um clip onde aprendi várias coisas.
Aprendi não posso vê-lo, mas que posso sentí-lo.
Que devo pedir perdão a quem eu feri.
Tenho que deixar meu espírito flutuar até o jardim mais belo que eu possa imaginar.
Tenho que deixar que ele me purifique, corte meus galhos secos e minhas folhas murchas e que me regue para que eu possa renascer com o coração cheio de amor para dar.
Que neste jardim, tem uma cachoeira que é Deus e que Jesus (além de jardineiro) é a água que jorra para lavar as ferrugens da nossa alma.
Sim, digo amém 3 vezes!!!

O Gato Branco


Há um tempo atrás, acontecimentos estranhos rodeavam o meu lar. Ataques e aparições sinistras abordavam nosso bairro, instaurando o pânico entre os moradores. Era O Gato Branco.

Moro a duas quadras da agência em que trabalho e claro, me desloco via expresso tênis para o mesmo. Sou obrigada a acordar quase às oito da manhã, a almoçar em casa e dormir (com pijaminha em seguida), retornar ao trampo sem pressa e no final do dia, ter o céu rosado como companhia no retorno para minha moradia. Estou dando ênfase nestes detalhes para semear a discórdia com você que está lendo e que provavelmente não mora tão perto do trabalho quanto eu. Momento coração peludo do post.

Voltando, um dia cheguei em casa e minha mãe estava preocupadíssima comigo, me esperando no portão. _Você viu O Gato Branco????
_Que gato branco, mãe?! _Ah, tem um gato branco enorme por aqui atacando pessoas, mexendo nos lixos, invadindo as casas.... _QUE??? Que isso mãe?! Atacando pessoas?? _É.... Ele pula nas pessoas e as arranha inteirinhas....

Bom, não segurei e ri horrores!!! Minha mãe achou ruim... Que eu ia ver o que era bom na hora em que eu o encontrasse ao voltar do trabalho. Me pediu para perguntar sobre ele para minha tia. Minha tia veio com o mesmo papo sobre o perigoso Gato Branco. Ri horrores novamente. Perguntei se as duas já o tinham visto, quem lhes contara o fato (se alguém que existe ou se era a irmã da cunhada da vizinha), se elas tinham alguma prova palpável para estarem acreditando piamente no caso. Eu estava adorando aquela lenda urbana que elas arrumaram. Todos os dias eu semeava com elas e perguntava se o monstro felino gigante havia aparecido para tomar um café e sujar a casa com lixo. HAHAHAHAHAHA IMpressionante!

Uma tarde, ao chegar, minha mãe me abordou apavorada, contando que a vizinha tinha ficado cara a cara com o Gato Branco na cozinha e que ele pulou nela, arranhou e fugiu, mas que não deu tempo dele fazer nada na casa. Que agora eu tinha que acreditar. HAHAHAHAHAHA Como que não ri imaginando a cena?! Praticamente o ataque do "Killer Bunny" do Monty Python. Perguntei se o gato deixou marcas na senhora, se minha mãe tinha pelo menos visto ele saindo da casa da mulher, mas as respostas foram negativas... Enfim, depois deste último ataque, nunca mais se teve notícias do Gato Branco. Mas ele mora aqui óh! No meu coraçãozinho e sempre me faz rir quando lembro de suas peripécias. Achei dois vídeos sobre ataques felinos. Não são brancos, mas...



quarta-feira, 4 de março de 2009

Semeada com Wii

Amo-te Wii... Mas amo-te mais ainda semeadas criativas! Segue o novo jogo: Wii Breakfast!

terça-feira, 3 de março de 2009

Que tipo de xampu as freiras usam?


Ontem estava interagindo com minha amiga e consultora da Natura, Lucila, quando ela me deu a notícia de que o xampu de verão que eu havia solicitado havia saído de linha. De boa. Questionei sobre as possibilidades e aromas disponíveis e optei por um qualquer, me resguardando apenas de que o cheiro não seria algo enjoativo. Alah me deu um cabelo bom! Obrigada!
Parei e pensei agora, e a freiras?! Que tipo de xampu utilizam? Será que fazem questão de um aroma bacana ou isso seria vaidade ou outro pecado qualquer? Será que chegam ao ponto de usar sabonete ou sabão de côco? Creio que não. Imaginei uma senhora com um cabelo crespo... De um tipo amigo dos elétrons, secos e cheios de energia... Estilo “horas de uma pessoa sentada em cadeira de plástico em dia ensolarado por mais de 28 minutos”... Ficaria um “purungo” no teto do hábito. Um verdadeiro quebra molas craniano ou se preferir, um pseudo bobs. Consegue visualizar?
Por isso, acho provável que as nobres senhoras tenham uma certa vaidade para evitar um desnível inadequado no topo de suas cabeças. Será que rola um anti-frizz?!
BlogBlogs.Com.Br

segunda-feira, 2 de março de 2009

Pescotapa para Damião e Pedro Henrique


Ok, amado Pônei empreendedor! Realmente este vídeo tem uma "vibe" Espaço Pônei. Já o conhecia, mas tô achando super "Profecia Celestina" isso tudo! Petrenrique a dias fala do pescotapa na minha orelha esquerda e agora você me envia o vídeo com ha ha has intensos... Melhor postá-lo... É o destino... Não devo fugir dele e aceito que não é coincidência!
Pôneis, amo-tes! Com vocês Pescotapa:




*Vídeo enviado por Henrique Damião
** Reparem o horário da postagem.... Alguém se lembra de um filme que acontecia algo sinistro sempre às 3:33? A pessoa sempre acordava neste horário. Ah! Mais um momento Profecia Celestina... Questionei sobre isso duas vezes semana passada...

domingo, 1 de março de 2009

Sobre Vingança



No início da minha vida acadêmica, antes do pré escolar, fui obrigada a enfrentar um drama que muitas crianças vivenciam até hoje. Passava minhas tardes pintando com tinta guaches, colorindo com giz de cera, lanchando e dormindo logo em seguida. A parte em que era obrigada a dormir, eu odiava. Sempre fui agitada e era um martírio para mim essa tarefa. Para não levar bronca da professora (esta, adorava a tarefa soneca e sempre dava exemplo para os alunos), eu também me deitava e fechava os olhinhos, louca para que o tempo passasse rápido.

O que eu não podia imaginar é que seria atacada. Sorrateiramente, um menino toupeira se aproximou de mim e me mordeu. Eu o empurrei e fugi para o lado oeste da sala. Todos continuavam dormindo e não quis ser rebarbativa acordando a professora para reclamar da criatura. O agressor se chamava Luiz Cláudio. Era pequeno, do meu tamanho, tinha cabelo crespo raspadinho e dentes de um rato toupeira pelado. Aliás, ele era feio e ultra semelhante com este animal.

Os ataques se tornaram constantes e eu já não era tão educada (ou idiota) para esperar a professora acordar. Eu o delatava imediatamente. O problema era que a ensinante era cotó. Não fazia nada para acabar com os ataques do rato toupeira a não ser falar para o menino parar de me morder que era feio. Feio era o comportamento dela enquanto professora. O resultado foi que eu abandonei as aulas. Não agregava mesmo. Eu ia para a escolinha para ser obrigada a desenhar, comer e dormir. Isso eu poderia fazer em casa e ainda por cima com total segurança e sem obrigações.

Os anos se passaram e eu já estava na oitava série. Eu tinha uma ótima turma, com muitos amigos e era querida por todos! Adora ir para a escola. Aprendia e me divertia. Um belo dia, quem entra na sala?! Um menino pequeno, bem menor que eu, cabelos crespos e rapadinhos, com dentes de um rato toupeira. Sim, era o agressor. Não tinha como errar, ele continuava exatamente como era no passado. Sentou-se na frente de um amigo meu. Eu me sentava no fundão, fazia parte da liderança da sala. Calma, éramos uma liderança feliz, adorados por todos.

Parei na frente do piazinho e o fitei de forma inibidora. Perguntei se ele se lembrava de mim. Ele, todo sem graça e sem coragem de me olhar nos olhos, afirmou que não. Ordenei a criatura a me olhar nos olhos. Se ele não sabia quem eu era, eu ia contar para ele. Se ele não se lembrasse, pra mim plim, eu me lembrava e estava adorando vê-lo ali, tão frágil como eu fui um dia e sem falar que não houve evolução para ele. Contei que ele me mordia covardemente quando éramos crianças. Meus amigos ficaram revoltados! Os mais irritados, me perguntaram se eu queria que eles fizessem algo com ele, tipo, um corretivo. Minha resposta foi positiva. Quero que vocês aluguem bastante este rato. Façam brincadeirinhas idiotas, tirem sarro dele, e dêem aqueles tapas e outros tipos de agressões que moleques adoram. Meu desejo foi uma ordem. Tudo foi feito ali, no intervalo da aula de matemática, na minha frente! Os tapas seguiram o ritmo da aula, múltiplos. Nada grave, eram os atuais “pedala” pro garoto ficar esperto Sei que ele ficou muito envergonhado, isso conta mais que os tapas na nuca. A sessão vingança durou o tempo necessário. Me sentia líder de uma gangue. Ordenei que meus campangas parassem o massacre ao escutar um pedido de desculpa. Fui cruel, disse que não estava escutando e o mandei falar mais alto. _DESCULPA POR TER SIDO MAU!

Ótimo! Agradeci a todos os amigos e falei que agora eu iria apenas engrupir o rato toupeira. Já me sentia vingada. O episódio foi doido para a reflexão sobre a vingança. Não corri atrás dela, mas a oportunidade de vingar sentou-se a três carteiras à frente. O menino não sofreu nada que não sofreria ali com os coleguinhas dele. Aquilo que ele passou, todos os meninos passam por qualquer coisa, seja por torcer por outro time ou por falar alguma idiotice na frente da turma. Só que aquele momento foi meu. Estava curada do trauma de infância. Estava curada da fragilidade e da omissão que me atacou tão jovem. Alah!